36º CNFBB: trabalhadores definem eixos de luta em defesa do BB, da Cassi e da Previ

Publicado em: 23/06/2026
36º CNFBB: trabalhadores definem eixos de luta em defesa do BB, da Cassi e da Previ

‘Funcionalismo do BB sai desses três dias de debates fortalecido para a campanha por melhores condições de trabalho, que será especialmente desafiadora neste ano’, destaca coordenadora da CEBB

Na sexta-feira (19), último e terceiro dia atividades do 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB), cerca de 280 delegados e delegadas, representantes de trabalhadores do BB de todo o país, aprovaram os eixos temáticos que irão nortear a pauta de reivindicações na campanha deste ano por melhores condições de trabalho.

"Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos hoje foram em torno dos quatro eixos condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com o foco na defesa da Cassi para todos e todas e na defesa do papel do Banco do Brasil como banco público. A gente não pode permitir colegas adoecendo no ambiente de trabalho", destacou Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

"Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB sai daqui bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano", completou a dirigente.

A minuta de reivindicações será entregue no dia 24 de junho, pela CEBB, ao Banco do Brasil. Em seguida, as duas partes irão definir o calendário de início das mesas de negociação.

Moções aprovadas

Os cerca de 280 delegados e delegadas presentes também aprovaram hoje três moções. A primeira foi pela abertura de uma unidade de atendimento ambulatorial da Cassi no Edifício Sedan, destinada ao atendimento de associados do Banco do Brasil na região central da capital carioca.

“A abertura desta unidade se faz necessária, uma vez que fechamento da CliniCassi Centro, além de deixar desassistidos os que a utilizavam, sobrecarregou o atendimento da CliniCassi Tijuca”, destaca trecho do texto aprovado no Congresso e que será encaminhado à administração da Cassi.

A segunda moção foi em solidariedade a Zé Maria, condenado injustamente a dois anos de prisão pelo crime de "racismo" por um discurso que fez em defesa do povo palestino. "Uma série de entidades já fizeram moções e se pronunciaram em solidariedade a Zé Maria, como CUT, CTB, Intersindical, CSPConlutas, Fundação Perseu Abramo, Fundação Lauro Campos, entre outras entidades e centrais sindicais", destaca um dos trechos do texto aprovado.

Por fim, a terceira moção aprovada foi em solidariedade ao povo boliviano e à Cuba, em decorrência das intervenções norte-americanas em ambos os países.

Relembre o que aconteceu nos três dias do 36º CNFBB:

Abertura

A abertura do congresso, realizada na quarta-feira (17), teve início com a leitura do manifesto "Tolerância zero para casos de violência e assédio", realizada pela coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Fernanda Lopes.

"A Contraf-CUT, federações e sindicatos presentes afirmam que todas as pessoas têm o direito de serem tratadas de forma digna, respeitosa e justa, a viver uma vida livre de violência e assédio, sem distinção de idade, gênero, sexo, orientação e identidade sexual, deficiência, religião ou origem étnica", destacou a dirigente durante a leitura.

Em seguida, Bianca Garbelini, delegada e representante do Contraf-CUT, ressaltou que, apesar de simbólico, o ato de leitura do manifesto representa o esforço diário da classe trabalhadora para transformar todos os espaços sociais em ambientes livres de qualquer tipo de violência.

O Banco do Brasil e seu papel como banco público

A primeira mesa de debates do 36º CNFBB, “Conjuntura e papel do BB como banco público”, contou com a participação do economista e ex-técnico do Dieese Jorge Gouvêia como palestrante.

Gouvêia fez uma ampla análise sobre as instituições responsáveis pela regulamentação do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e a necessidade de discutir um novo modelo regulatório para um SFN a serviço do desenvolvimento econômico que favoreça toda a sociedade.

“Quando foi criado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) contava com representantes de vários setores da sociedade. Mas isso foi até 1994. A Lei 9.069, que instituiu o Plano Real, redefiniu a composição do órgão, que passou a incluir somente o ministro da Fazenda, que exerce a presidência, o ministro do Planejamento e o presidente do Banco Central”, destacou o palestrante.

"Esse 'insulamento burocrático', que faz com que o CMN seja operado sem a participação ou controle social e com reduzido controle legislativo, permite que o sistema financeiro no Brasil permaneça oligopolizado, disfuncional e excludente, falhando em promover o desenvolvimento equilibrado do país ou servir aos interesses da coletividade, conforme previsto na Constituição", pontuou.

Gouvêia também apontou que o Banco Central acumula funções que podem gerar conflitos de interesse na regulação e fiscalização, na gestão da moeda — controle da inflação e das taxas de juros — e na gestão do câmbio.

"O Brasil foi um dos últimos grandes países a instituir um Banco Central que, assim como o CMN, é um instrumento que atua na regulamentação do sistema financeiro", explicou. "Mas a autonomia concedida ao Banco Central do Brasil traz sérios riscos à gestão fiscal do país e permite a manutenção de um sistema financeiro oligopolizado e disfuncional, que não atende plenamente aos interesses da coletividade. Como podemos, por exemplo, pensar na industrialização do Brasil com uma taxa básica de juros de 15% ao ano? Além de impedir o desempenho do setor produtivo, a manutenção da Selic elevada é um bônus para os rentistas", criticou o pesquisador.

Gouvêia identificou que, como sociedade de economia mista, o Banco do Brasil sofre uma tensão entre sua função social como empresa estatal e a busca pela geração de valor para os acionistas.

"Como sociedade de economia mista, o BB deve cumprir sua função social, atendendo ao interesse coletivo e servindo como instrumento da política creditícia do governo federal. Mas, até 2016, legalmente, sua função estava focada em promover o desenvolvimento sustentável e a inclusão social e produtiva. A partir daquele ano, o Banco do Brasil passou a se definir como um 'Banco de Mercado com Espírito Público', priorizando a rentabilidade, a experiência do cliente e a transformação digital. E foi essa mudança estratégica que resultou na perda de mercado para bancos privados, como o Itaú, em 2018, devido à exclusão de segmentos considerados menos rentáveis", completou.

As consequências dessa mudança, destacou o economista, foram um banco que passou a atender cada vez mais aos interesses dos acionistas e menos aos interesses da população. Em 2025, o banco apresentou distribuição de lucros entre 40% e 45%, bem acima do mínimo obrigatório de 25%. Paralelamente a isso, houve redução na participação dos créditos voltados para micro e pequenas empresas e para a agricultura familiar (Pronaf).

"Em dez anos, de junho de 2016 a março de 2026, a rede de agências no Brasil sofreu um corte significativo, passando de 5.428 para 3.942", destacou Gouvêia.

O economista também ressaltou que, no mesmo período, houve redução de 24.996 postos de trabalho (-22,8%). "O número de clientes por funcionário subiu 83,7%, e o número de clientes por agência quase dobrou, com aumento de 95,3%. Houve uma elitização da clientela, focada em clientes com alta maturidade digital, transferindo os custos do serviço para o autoatendimento remoto", ponderou.

O palestrante relembrou que, na crise financeira de 2008, o BB exerceu com sucesso sua função pública, aumentando sua participação no mercado para compensar a retração de outras instituições e ampliando a oferta de crédito. Entre dezembro de 2007 e dezembro de 2010, a participação do BB na oferta de crédito no país subiu de 5,2% para 8,9% do PIB.

Em 2012, o BB também se destacou por liderar a redução das taxas de juros por meio do programa "Bom para Todos". "Para reverter a trajetória recente e fazer com que o BB volte a reforçar seu papel social, é necessário que o Estado volte a atuar como controlador ativo, assegurando que o interesse público prevaleça. Também é necessária a revisão das metas de rentabilidade, para que o potencial de oferta de crédito não seja subutilizado em nome de retornos livres de risco. Por último, é preciso resgatar o mandato de instituição financeira pública para enfrentar os novos desafios econômicos e sociais", concluiu o economista.

Manutenção da Previ forte passa pela constante comunicação com os associados e associadas

Os diretores eleitos da Previ Lissane Holanda (Planejamento), Alencar Ferreira (Administração) e Wagner Nascimento (Seguridade), destacaram a importância da escuta ativa e da transparência como pilares para o fortalecimento da entidade. Com o foco na proteção e no cuidado em todas as fases da vida, as palestras reforçaram o compromisso com o associativismo e a inovação tecnológica no relacionamento com o público.

A recém empossada diretoria de Planejamento da caixa de previdência dos funcionários e das funcionárias do Banco do Brasil, Lissane Holanda, destacou que a Previ é pioneira na política de relacionamento, no setor de fundos de pensão fechados do país. "Essa antecipação de criar uma estrutura de comunicação mais avançada, que inclui a escuta ativa, atendimento humanizado, experiência do cliente e transparência dos resultados traduz o compromisso de colocar o associado e seus familiares no centro das decisões", reforçou.

No entanto, Lissane destacou que é preciso evoluir as ações de comunicação para melhorar o alcance sobre os associados e associadas do Previ Futuro, composto em sua maioria por pessoas que estão em fase de acumulação.

"Essa nossa missão, de orientar os colegas na gestão de seus patrimônios, é um compromisso constante e precisa ser reforçada de forma a contemplar nossos diferentes públicos, com especial atenção para os do Previ Futuro, melhorar neles a cultura previdenciária e incutir o conceito do associativismo e do cuidado que fez da Previ o que ela é hoje: um dos maiores fundos de previdência do mundo, o maior da América Latina e que hoje tem zero possibilidade de equacionamento", registrou Lissane.

Alencar Ferreira, também recém empossado diretor eleito de Administração, complementou a fala de Lissane, reforçando a necessidade de aprimorar a estratégia de comunicação, com destaque para o segmento dos aposentados.

"Já estamos criando um projeto direcionado para melhorar a nossa comunicação com os aposentados, onde precisamos aperfeiçoar a nossa interação e lembrar que é graças ao nosso modelo - que defende o associativismo, paridade de representação na gestão da Previ e que 100% dos funcionários e técnicos sejam oriundos do banco - que a Previ é o fundo de pensão robusto que é hoje", pontuou.

Alencar lembrou ainda que a atuação forte do movimento sindical bancário foi também responsável pelo histórico da Previ de instituição segura e com uma gestão comprometida com os interesses das associadas e dos associados. "Além de afastar riscos de interferências externas, o movimento sindical contribuiu para que várias pautas de interesse dos associados fossem incorporadas pela Previ, como a revisão da fórmula PIP, uma das conquistas mais recentes e construída ao longo de anos de debate nas mesas de negociação. Agora, nós vamos avançar para melhorar ainda mais a revisão da fórmula PIP, porque queremos trazer o PDG e a PLR para a contribuição 2b", completou.

Por fim, Wagner Nascimento, diretor eleito de Seguridade, destacou que a Previ alcançou a marca histórica de R$ 300 bilhões em ativos totais, considerando todos os planos (Plano 1, Futuro, Capec, Família, PGA). Ele enfatizou que a missão institucional é oferecer segurança financeira contínua, utilizando ferramentas de transparência como o Painel de Desempenho e a Carta do Gestor.

Um dos pontos altos da fala de Wagner foi o anúncio de novas facilidades tecnológicas, como a evolução do chatbot Previx, que agora oferece assessoria escrita diretamente pelo WhatsApp.

O diretor de Seguridade eleito da Previ destacou ainda que a Previ conta atualmente com 175 associadas e associados com mais de 100 anos. "Esse número tende a subir ainda mais em poucos anos, porque atualmente temos cerca de 4 mil associados entre 90 e 99 anos nos planos da Previ. Além disso, mais de metade dos nossos associados do Plano 1 tem mais de 70 anos", completou.

Mas, apesar desses dados que comprovam a solidez da entidade, Wagner apontou que ainda existem funcionários do BB que não conhecem os benefícios de ser associado do plano de previdência.

"No corpo a corpo, que realizamos nas bases, temos mostrado dados de que o Previ Futuro somado ao INSS resulta em benefício que é maior do que 100% da reposição salarial. Entre os aposentados atuais da Previ, com pelo menos 20 anos de contribuição, o resultado é 105% de reposição média", destacou, concluindo sua apresentação destacando que o movimento sindical tem também o importante papel de auxiliar a Previ na ampliação da cultura previdenciária entre os colegas do banco.

As estratégias da Cassi para expansão e sustentabilidade

Os debates sobre a Cassi contou com uma mesa sobre os desafios e perspectivas da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). As apresentações de Luciana Bagno, diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi; Alberto Alves Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da entidade; e Renata Cabral, advogada sócia da LBS Advogadas e Advogados e assessora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), abordaram as estratégias do Plano de Gestão 2024-2028, voltadas à sustentabilidade, à ampliação da rede credenciada e ao fortalecimento da assistência aos associados.

Luciana Bagno apresentou as propostas construídas a partir das demandas dos participantes e incorporadas ao planejamento da nova gestão. Segundo ela, todas as iniciativas têm como eixo central o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. “Todas as nossas ações buscam fortalecer e expandir a Atenção Primária à Saúde, e isso vai muito além da ampliação das estruturas físicas. Não para por aí. Vai muito além. Queremos que os associados tenham uma experiência cada vez melhor. A expansão da rede e a qualificação do atendimento caminham juntas para garantir mais acesso, mais resolutividade e mais cuidado em todas as regiões do país”, afirmou.

A diretora ressaltou que a proximidade com os usuários é um dos pilares da gestão. “Essas ações que estamos trazendo não são apenas ideias que nascem da diretoria. São propostas que vêm da base, dos conselhos de usuários, e é nosso compromisso manter essa proximidade com os associados e os funcionários. É com base no que vocês trazem para nós que vamos conseguir melhorar a nossa Cassi”, disse.

Alberto Alves Junior detalhou as nove estratégias do Plano de Gestão 2024-2028, que tem como objetivo alcançar a chamada "Sustentabilidade com Satisfação", conciliando equilíbrio econômico-financeiro e melhoria da experiência dos participantes.

Entre os resultados apresentados, destacou-se a expansão da rede credenciada entre 2024 e 2025. O número de prestadores passou de 844 para 1.757, um crescimento de 108,18%. No interior do país, a ampliação foi ainda mais expressiva, alcançando 123,55%. Os índices de satisfação acompanharam esse movimento: a qualidade dos profissionais recebeu nota média de 4,80, em uma escala de até 5, enquanto a avaliação geral da rede chegou a 4,76. A meta é elevar a satisfação global dos participantes de 69% para 75%.

O diretor também apresentou a migração para um modelo de Governança de Saúde Baseada em Valor (VBHC), que prioriza os resultados para os pacientes e a utilização mais eficiente dos recursos. “O foco é oferecer um cuidado cada vez mais personalizado, com eficiência e sustentabilidade, atuando também na prevenção e na redução de desperdícios”, explicou.

Outro avanço destacado foi o novo processo de regulação. Dados de abril de 2026 mostram que 96% dos pedidos de autorização são analisados em até três dias, além da redução significativa do estoque de solicitações pendentes.

A entidade também promoveu ajustes em seu portfólio de produtos para garantir maior equilíbrio econômico-financeiro. Alguns planos comerciais, como o PCF e o Vida, foram descontinuados, enquanto o plano Essencial tornou-se referência para o novo modelo implantado desde maio de 2025.

Para Alberto, as mudanças em curso preparam a Cassi para os desafios futuros da saúde suplementar. “Estamos construindo uma Cassi mais eficiente, mais moderna e mais sustentável. O uso inteligente dos dados e a gestão baseada em valor são instrumentos essenciais para garantir a perenidade do nosso modelo e a melhor utilização dos recursos dos associados”, afirmou.

Ele também destacou a importância das alianças estratégicas e da criação de uma Unidade de Inteligência. “Precisamos compartilhar conhecimento e buscar soluções em conjunto com outras autogestões. O futuro exige inovação, capacidade analítica e cooperação para enfrentarmos os desafios cada vez mais complexos da assistência à saúde”, acrescentou.

Encerrando a mesa, Renata Cabral abordou os aspectos jurídicos relacionados à Cassi e chamou a atenção para a necessidade de garantir segurança aos associados em um cenário de constantes mudanças no setor de saúde suplementar. A advogada também fez um alerta sobre o avanço dos transtornos mentais e a necessidade de encarar a saúde do trabalhador como um direito fundamental.

Segundo ela, a própria definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. No Brasil, lembrou, a Constituição Federal de 1988 assegura a saúde do trabalhador como um direito fundamental, previsto nos artigos 7º e 196.

Renata apresentou dados da OMS que mostram que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais no mundo. Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes, com maior incidência entre as mulheres. A advogada destacou ainda que, nos países de baixa renda, menos de 10% das pessoas que necessitam de atendimento conseguem acesso aos serviços de saúde mental, enquanto nos países de alta renda esse índice supera 50%.

Ao tratar da realidade brasileira, ela ressaltou que, em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária decorrentes de transtornos mentais e comportamentais. As mulheres responderam por 63,46% dos afastamentos, situação que, segundo a advogada, está relacionada à divisão sexual do trabalho, à tripla jornada e à desigualdade salarial. O CID F-41, referente a outros transtornos ansiosos, foi a principal causa dos afastamentos.

“É fundamental que qualquer debate sobre o futuro da Cassi tenha como prioridade a preservação dos direitos dos associados e a sustentabilidade do sistema, garantindo segurança jurídica e qualidade da assistência”, afirmou.

Renata também destacou que a defesa da Caixa de Assistência depende da participação ativa dos trabalhadores e da construção coletiva de soluções. “Estamos falando de uma conquista histórica dos funcionários do Banco do Brasil. É necessário que os associados acompanhem os debates e participem das decisões, porque a defesa da Cassi é, antes de tudo, a defesa de um patrimônio construído por gerações de trabalhadores”, disse.

Segundo ela, os desafios jurídicos e regulatórios da saúde suplementar exigem atenção permanente e atuação responsável. “Os desafios jurídicos e regulatórios são constantes. Por isso, é fundamental atuar com responsabilidade e planejamento, garantindo que as mudanças necessárias sejam implementadas sem perder de vista os princípios da solidariedade e da proteção aos associados”, concluiu.

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