Encontros dos bancos públicos e privados antecederam a 27ª Conferência Nacional

A 27ª Conferência Nacional aconteceu nesse último final de semana, vindo em seguida aos congressos do BB, da Caixa e dos encontros nacionais dos bancos privados, que aconteceram na sexta-feira (22).
40º Conecef aprova resoluções das empregadas e empregados
As 273 delegadas e delegados representantes das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal de todo o país, aprovaram as resoluções do 40º Congresso Nacional das Empregadas e Empregados da Caixa Econômica Federal. Entre os principais pontos aprovados estão o reajuste zero nas mensalidades do Saúde Caixa, com o fim do teto de gastos do banco com a saúde de seus empregados; defesa da Caixa e dos empregados; melhorias nos sistemas e nas condições de saúde e trabalho; respeito às questões técnicas para a definição das metas atuariais dos planos e adequação dos equacionamentos, considerando as reduções desnecessárias ou indevidas e o contencioso da Funcef.
“Conseguimos debater os principais pontos que estão em questão no dia a dia das empregadas e empregados que estão nas agências e departamentos da Caixa. Outro ponto aprovado foi o apoio a candidatos nas eleições de 2026, de candidatos que se comprometem com as causas dos trabalhadores e a defesa das empresas públicas”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Felipe Pacheco. “Saímos daqui fortalecidos e prontos para defendermos os direitos das empregadas e empregados e lutarmos por novos avanços”, concluiu.
Também foram aprovadas quatro moções:
- Em desagravo pela demissão do professor João Paulo Cabrera, da rede estadual do Rio de Janeiro;
- Em solidariedade ao historiador Jorge Manuel, que recebeu ameaças de grupos neonazistas;
- De apoio ao companheiro Flaviano Correia Cardoso, bancário da Caixa no Ceará, vítima de práticas reiteradas de assédio moral e organizacional e adoecimento ocupacional;
- De desagravo à Caixa, contra o fechamento de unidades, diante do impacto social e econômica que a medida representa.
Trabalhadores do BB definem eixos de luta pela defesa do banco público, da Cassi e da Previ
Representantes sindicais das trabalhadoras e dos trabalhadores do Banco do Brasil participaram do 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (35º CNFBB), na capital de São Paulo.
"Foi um dia muito importante, no qual abordamos temas fundamentais, como a questão da Soberania Nacional, na aula realizada pelo convidado Jessé Souza (sociólogo e professor). Também tivemos, da economista do Dieese Rosângela Vieira, uma avaliação sobre a importância do BB para o desenvolvimento do país. Na parte da tarde, nos debruçamos sobre as questões pertinentes à Previ e à Cassi. E concluímos o evento com a aprovação de pontos de lutas, relacionados à defesa do Banco do Brasil como banco público, voltado ao desenvolvimento do país, e à sustentabilidade e perenidade da Cassi e da Previ", resumiu Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).
Sobre os eixos de luta, a dirigente ressaltou que foram construídos com base nas contribuições que chegaram das federações.
A seguir, os eixos aprovados:
- Defesa da função pública do Banco do Brasil, essencialmente quanto ao desenvolvimento econômico e social, da agroecologia e da agricultura familiar;
- Expansão do PRONAF, volta do DRS (Desenvolvimento Regional Sustentável) e maior apoio à agricultura familiar;
- Abertura de agências em municípios desbancarizados;
- Novo concurso (cumprindo efetivamente a cota de PCDs);
- Fim das terceirizações;
- Distribuição de dividendos em proporção que garanta investimentos no setor produtivo, assegurando o desenvolvimento econômico e social do Brasil;
- Revisão dos processos de financiamento ao agro, aprofundando o cuidado para garantir a produção sustentável tanto com viés ambiental, como o retorno para a garantia de alimentos para o Brasil;
- Ampliação do atendimento à população nas agências com maior movimento em regiões carentes e/ou periféricas;
- Ampliação de postos de trabalho, garantindo o atendimento de caixa e preenchimento de claros;
- Que o banco se responsabilize para que efetivamente não aconteça desvios éticos para cumprimento de metas;
- Fim do assédio moral e metas abusivas;
- Previdência: defesa da governança da PREVI e do modelo de gestão paritária pelos funcionários do banco; o papel dos órgãos controladores/reguladores. Planos e aspectos dos perfis de investimentos;
- Os funcionários do Banco do Brasil devem seguir na defesa intransigente da Previ, cujo modelo de governança prevê a gestão compartilhada entre a empresa patrocinadora, por sua indicação com a representação dos funcionários, por meio democrático de eleição participativa, o que garante a permanência da robustez da sua governança impedindo interferência externas, seja do mercado ou de governos, com respeito inequívoco aos órgãos controladores e reguladores competentes;
- A Previ deve ser para todos, com tratamento isonômico aos egressos de bancos incorporados, com direito à adesão ao plano PREVI Futuro e seus benefícios;
- Saúde: modelo de custeio e sustentabilidade do plano de associados da Cassi; Adoecimento e saúde mental;
- Os funcionários do Banco do Brasil devem seguir na defesa intransigente da Cassi, objetivando o fortalecimento da caixa de assistência, em modelo de autogestão e patrocínio do empregador;
- A forma de custeio não pode se basear tão somente na folha de pagamento, sendo necessária a busca de outras fontes de receitas oriundas do patrocinador. Com as premissas de aumento da contribuição patronal para 70% (setenta por cento), sem aumento na contribuição do associado;
- A Cassi é para todos e deve ser garantida a isonomia de tratamento para os egressos dos bancos incorporados e funcionários que ingressaram no Banco após a reforma estatutária de 2018;
- É de fundamental importância que o banco informe precisamente os dados do EPS (exame periódico de saúde) e do adoecimento profissional;
- Necessário incluir a cirurgia de afirmação de gênero/redesignação sexual no rol de procedimentos da Cassi, custeadas pelo banco, com apoio das instituições no acolhimento de pessoas trans;
- Fortalecer e ampliar as CliniCassi e a rede credenciada;
- O banco deve, ainda, cumprir de imediato as diretrizes da NR1;
- Campanhas: Em Defesa do Banco do Brasil; Menos Metas Mais Saúde; Contra o Assédio Moral; Dias de Luta em todas as datas de negociação sobre a Cassi.
Também foram aprovadas moções sobre a defesa do BB e de sua função pública, sustentável e inclusiva; repúdio aos ataques de Trump contra a soberania nacional; transparência na destinação de verbas parlamentares; contra o genocídio praticado por Israel contra os palestinos; em defesa do deputado Renato Freitas; e contra as ameaças de grupos de extrema-direita a Jones Manoel.
Bancários do Bradesco aprovam plano de ação em encontro nacional
Defesa do emprego, fim do fechamento de agências e melhorias no plano de saúde. Esses são alguns dos principais pontos da pauta de reivindicações específicas aprovada durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Bradesco com o tema Futuro justo, sustentável, inclusivo e democrático, que reuniu cerca de 100 delegadas e delegados eleitos de todo o país em São Paulo.
Na análise de conjuntura logo no início dos debates, a presidenta da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, destacou que o maior patrimônio do coletivo do Bradesco é a unidade para enfrentar fechamento de agências, demissões e os avanços tecnológicos com a Inteligência Artificial (IA) que ameaça o emprego do bancário. “Manter o emprego é uma das nossas principais preocupações neste momento diante da reestruturação que o Bradesco vem realizando em todo o Brasil ao mesmo em que há o avanço da IA nas aplicações diárias que ameaçam o trabalho do bancário”, disse Juvandia.
O economista e técnico da subseção do Dieese na Contraf-CUT, Gustavo Cavarzan, apresentou o Plano Estratégico do Bradesco, reestruturação que o banco colocou em prática após fortes quedas no lucro entre 2019 e 2020 e na rentabilidade de 2021 a 2023.
O plano, iniciado em 2024 e com conclusão prevista para 2028, prevê mudanças graduais a cada trimestre ao longo dos próximos cinco anos. O objetivo é recuperar os resultados e reposicionar a instituição. Inclusive, o Bradesco fez mudanças estratégicas em sua diretoria, trazendo de fora executivos para ocuparem duas importantes vice-presidências: a de Negócios Digitais e a de Recursos Humanos.
Segundo Cavarzan, ainda faltam, três anos para a conclusão do plano do banco, mas o cenário caminha para que continue como foi traçado já que o banco vem recuperando seus patamares de lucro: o resultado do lucro líquido recorrente foi de R$ 11,9 bilhões, um crescimento de 33,7% em relação ao mesmo período do ano passado no primeiro trimestre de 2024 (de R$ 4,2 bilhões). “Mesmo com lucro já estamos vendo a perda importante de postos de trabalho, intensificação das rotinas de trabalho com a IA e a melhoria na BIA sendo a primeira IA a ser usada por uma instituição financeira. A sugestão é que se faça um processo rígido de negociação e de fortalecimento da categoria para que lá em 2028, o movimento sindical não encontre um cenário de terra arrasada”, completou.
Como plano de luta, no final do encontro, os participantes definiram uma grande campanha de mídia que irão discutir e debater nas próximas semanas no âmbito da COE, já no plano de ação, a defesa do emprego, pelo fim do fechamento de agências, melhorias no plano de saúde do Bradesco, valorização dos últimos acordos relacionados à CCV e PPR que terão assembleias nas próximas semanas.
Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú-Unibanco debate conjuntura, tecnologia e desafios da categoria
O evento reuniu 86 dirigentes sindicais e representantes de base de diversas regiões do Brasil para debater temas estratégicos, como o cenário político e econômico, os impactos da inteligência artificial na atividade bancária e questões relacionadas à saúde e às condições de trabalho.
A abertura foi conduzida pela Coordenação da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú-Unibanco e por integrantes do Comando Nacional dos Bancários, que ressaltaram a importância da unidade e da organização da categoria diante dos desafios atuais.
Ao mesmo tempo em que investe na digitalização, o banco tem reduzido sua estrutura física. Entre dezembro de 2014 e junho de 2025, foram fechadas 2.031 agências no Brasil, uma média de 3,5 por semana. No último ano, o Itaú encerrou 223 unidades, enquanto o Bradesco fechou 342 e o Santander 561. Desde 2018, o sistema financeiro brasileiro perdeu 4.853 agências, uma redução de 23,3%.
Essa reconfiguração do setor impactou fortemente o emprego. O Itaú chegou a ter 104 mil trabalhadores em 2009, mas em junho de 2025 o quadro era de 85,7 mil — uma queda de 18,2 mil postos em 14 anos. Em 12 meses, até o fim de 2024, a holding registrou 1,6 mil cortes no Brasil, compensados apenas parcialmente pelo aumento de 1,1 mil vagas em tecnologia.
O encontro contou com o Painel Saúde e Condições de Trabalho, conduzido por Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT. A apresentação trouxe à tona dados preocupantes sobre as práticas de gestão do Itaú-Unibanco, que configuram um verdadeiro “mecanismo adoecedor”, marcado por vigilância excessiva, cobrança abusiva e impactos diretos na saúde mental e física dos bancários.
Entre os principais fatores apontados estão: metas inatingíveis, avaliações injustas, estímulo ao individualismo, reestruturações constantes, jornadas estendidas, assédio moral e monitoramento digital invasivo. Segundo Mauro, o uso de algoritmos e ferramentas de controle cria um ambiente de pressão contínua e mal-estar generalizado.
Um dos exemplos mais emblemáticos é o Programa GERA, que funciona como um sistema permanente de monitoramento e ranking de desempenho. Por meio dele, gestores realizam cobranças em tempo real, inclusive fora do expediente, com supervisores enviando mensagens ou ligações via WhatsApp e plataformas internas. Reuniões diárias expõem os resultados de cada funcionário, intensificando a competição e o constrangimento.
As consequências são reconhecidas por organismos internacionais como a OIT e pelo NIOSH como de alto risco psicossocial: aumento de casos de ansiedade, depressão, crises de pânico e burnout; estresse crônico; insegurança no emprego; isolamento e rivalidade entre colegas; além da sensação de estar sendo vigiado em tempo integral, até durante pausas ou no home office.
Essas práticas, além de violarem princípios básicos da Constituição Federal e da CLT, também ferem normas como a NR-17, a LGPD e convenções internacionais da OIT (nº 155 e nº 190). Mauro lembrou que há precedentes na Justiça que reconhecem o caráter abusivo dessas práticas, como o processo nº 0066500-61.2005.5.02.0044, no qual o Itaú foi condenado por assédio moral organizacional e cobrança vexatória de metas.
Um ponto destacado foi que a própria lógica algorítmica pode servir de prova contra o banco, uma vez que todos os registros digitais — logs, relatórios de produtividade, notificações automáticas e rankings — constituem a materialidade do assédio, tornando o que antes era invisível em evidência documental.
Como encaminhamento, foram apontadas ações sindicais fundamentais, entre elas:
- Denunciar formalmente ao Ministério Público do Trabalho e à Auditoria Fiscal do Trabalho;
- Reivindicar auditoria externa sobre os dados captados pelos sistemas digitais do banco;
- Negociar a readequação do Programa GERA e limites ao uso das plataformas de monitoramento;
Realizar campanhas de mobilização, reforçando que “Não somos robôs. Conectar não é se submeter”.
Encontro Nacional do Santander debate intensificação das ações de luta e organização
Delegados e delegadas de todo o País estiveram reunidos, em São Paulo, para o Encontro Nacional dos Funcionários do Santander. Após um dia todo de debates, que incluiu análises de conjuntura e destaques dos dados e do balanço do banco, os participantes relembraram como foram as negociações no ano passado do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico, com validade até 31 de agosto de 2026.
“É importante relembrarmos e destacarmos as conquistas nas cláusulas sociais e econômicas obtidas na Campanha Nacional 2024, que constam no ACT específico do Santander e garantem direitos a todos os trabalhadores do banco até o ano que vem”, ressaltou Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.
No encontro, também foram debatidas as atividades mobilização, organização e enfrentamento que já foram realizadas nas bases das federações e as ações que ainda são necessárias. “Ao debatermos a grande campanha nacional que já está em curso, em defesa do emprego bancário e denunciando as fraudes de contratação praticadas pelo Santander com as terceirizações, atualizamos o andamento das ações jurídicas e sindicais, bem como sobre as audiências públicas realizadas em todo País”, complementou Wanessa. Por fim, as propostas de plano de lutas debatidas nos Encontros Regionais e Estaduais foram remetidas para a COE/Santander pautar as próximas negociações.
Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do Santander, "O encontro mostrou que precisamos intensificar nossa luta contra as terceirizações e as contratações fraudulentas, que precarizam o trabalho e reduzem direitos. Além disso, é urgente aprofundarmos o debate sobre os impactos da inteligência artificial, que já vem substituindo postos de trabalho na nossa categoria. Essa realidade traz prejuízos não apenas para os bancários, mas também para toda a sociedade, porque reduz arrecadação de impostos, enfraquece a Previdência e compromete o retorno social que deveria ser garantido pelo sistema financeiro. O Santander não pode continuar crescendo às custas da exploração dos trabalhadores e da retirada de direitos."
A economista e técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Vivian Machado, fez uma análise econômica e dos dados do Santander, ressaltando que o banco obteve, no primeiro semestre de 2025, o melhor resultado trimestral e semestral de sua história, com lucro de 6,8 milhões de euros. “Nesse cenário, a unidade brasileira é a segunda maior contribuinte para os resultados, atrás apenas da matriz na Espanha, com lucro de 996 milhões de euros, ou seja, 14,6% do resultado global”, disse. Já o número de agências globais do banco saiu de 2.446, em 2024, para 1.888, em 2025. “Na Espanha foram fechadas 109 agências nesse período. No Brasil, foram encerradas 558 unidades”, acrescentou.
O resultado nacional do Santander também foi positivo no primeiro semestre, com lucro de R$ 7,520 bilhões no Brasil, um aumento de 18,4% em relação ao mesmo período de 2024. Segundo a técnica do Dieese, o crescimento foi impulsionado pela expansão da margem financeira, que subiu 4,4% em 12 meses, puxada pela alta de 11,3% na margem com clientes. Já na comparação trimestral, houve queda de 3,3% na margem financeira, reflexo da elevação das taxas de juros, parcialmente compensada pelos ganhos com clientes.
Vivian também falou sobre os negócios do banco e apontou a tecnologia como impulsionadora dos resultados, já que Santander aumentou os investimentos nessa área e reduziu os gastos com estrutura. “Os dados mostram um aumento 2,4 vezes nas interações dos clientes com o chatbot, por exemplo. Fato que aumentou em 33% as vendas em lojas e diminuiu 24% os gastos nessas mesmas lojas”, exemplificou.
Na sequência, a economista abordou a queda semestral nas despesas em geral do banco e a consequente melhora no índice de eficiência, que chegou em 36,8%, o melhor índice entre os bancos privados. “O banco alega que houve uma mudança de cultura. O Santander seria um banco que saiu do banco, em que a agência passou a ser loja, o gerente passou a especialista e a receita a comissão”, afirmou. Com isso, veio o fechamento de pontos de atendimento. Por outro lado, entre 2019 e 2024, o número de trabalhadores no Brasil cresceu 16,4%, passando de 47.819 para 55.646. No mesmo período, as despesas de pessoal do grupo caíram 4,1%. E a despesa média por trabalhador diminuiu 17,6%.
“Ou seja, a ampliação do número de trabalhadores no banco Santander se dá fora das agências tradicionais e da categoria bancária. O banco adotou uma estratégia de transferência de trabalhadores do banco para empresas coligadas e controladas”, disse. Atualmente, o Santander Brasil tem participação em 20 empresas, todas elas classificadas em segmentos fora do ramo financeiro. E obteve resultado de R$ 3,7 bilhões, no primeiro semestre de 2025, com essas empresas.
Para finalizar, a economista listou os impactos dessa transferência de trabalhadores promovida pelo banco. “Para os trabalhadores, há precarização nas relações de trabalho, menores remunerações, flexibilização e fragmentação da categoria e prática antissindical que infringe a liberdade sindical e a proteção ao Direito Sindical. Já para a sociedade, há redução do efeito multiplicador da renda, com impacto no consumo e na economia local, e queda na arrecadação do Imposto de Renda, do Fundo de Garantia (FGTS) e no INSS”, encerrou.