Saúde Caixa: Pelo fim do teto, por mais qualidade no plano

Publicado em: 27/07/2026
Saúde Caixa: Pelo fim do teto, por mais qualidade no plano

O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas das empregadas e empregados da Caixa. Mas essa conquista está ameaçada. Hoje, a Caixa limita sua participação no custeio a 6,5% da folha de pagamento e proventos. Esse é o chamado teto.

Na prática, mesmo que o plano precise de mais recursos para manter a qualidade do atendimento, ampliar a rede credenciada e garantir a sustentabilidade, a Caixa fica presa a esse limite. Com a alta da inflação médica, a conta tende a pesar cada vez mais para empregados, aposentados e pensionistas. O teto não protege o Saúde Caixa, o teto protege o limite de gasto da Caixa.

O teto pode significar:

  • Aumento das mensalidades;
  • Mais custo para empregados e aposentados;
  • Cobrança extraordinária em caso de déficit;
  • Dificuldade para ampliar a rede credenciada;
  • Ameaça aos direitos dos aposentados;
  • Risco para empregados admitidos após 2018;
  • Enfraquecimento da solidariedade, do mutualismo e do pacto intergeracional.

O Saúde Caixa não é favor, o Saúde Caixa é parte do Acordo Coletivo de Trabalho, ou seja, é conquista dos empregados e proteção para milhares de famílias. Por isso, defendemos o fim do teto e a retomada do modelo em que a Caixa assume 70% dos custos do plano e os empregados com 30%.

A Contraf-CUT, a Fenae, Apcefs, federações e sindicatos, como o SindBancários Petrópolis, defendem:

  • Fim do teto de custeio;
  • Mais recursos da Caixa para o plano;
  • Sustentabilidade de longo prazo;
  • Manutenção da solidariedade e do mutualismo;
  • Proteção aos aposentados;
  • Garantia de direitos aos pós-2018;
  • Mais qualidade no atendimento.

A Contraf-CUT, federações e sindicatos fizeram um manifesto em defesa de quem faz a Caixa, do Saúde Caixa e do banco público, que pode ser conferido AQUI.