Saúde Caixa: Pelo fim do teto, por mais qualidade no plano
O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas das empregadas e empregados da Caixa. Mas essa conquista está ameaçada. Hoje, a Caixa limita sua participação no custeio a 6,5% da folha de pagamento e proventos. Esse é o chamado teto.
Na prática, mesmo que o plano precise de mais recursos para manter a qualidade do atendimento, ampliar a rede credenciada e garantir a sustentabilidade, a Caixa fica presa a esse limite. Com a alta da inflação médica, a conta tende a pesar cada vez mais para empregados, aposentados e pensionistas. O teto não protege o Saúde Caixa, o teto protege o limite de gasto da Caixa.
O teto pode significar:
- Aumento das mensalidades;
- Mais custo para empregados e aposentados;
- Cobrança extraordinária em caso de déficit;
- Dificuldade para ampliar a rede credenciada;
- Ameaça aos direitos dos aposentados;
- Risco para empregados admitidos após 2018;
- Enfraquecimento da solidariedade, do mutualismo e do pacto intergeracional.
O Saúde Caixa não é favor, o Saúde Caixa é parte do Acordo Coletivo de Trabalho, ou seja, é conquista dos empregados e proteção para milhares de famílias. Por isso, defendemos o fim do teto e a retomada do modelo em que a Caixa assume 70% dos custos do plano e os empregados com 30%.
A Contraf-CUT, a Fenae, Apcefs, federações e sindicatos, como o SindBancários Petrópolis, defendem:
- Fim do teto de custeio;
- Mais recursos da Caixa para o plano;
- Sustentabilidade de longo prazo;
- Manutenção da solidariedade e do mutualismo;
- Proteção aos aposentados;
- Garantia de direitos aos pós-2018;
- Mais qualidade no atendimento.
A Contraf-CUT, federações e sindicatos fizeram um manifesto em defesa de quem faz a Caixa, do Saúde Caixa e do banco público, que pode ser conferido AQUI.